O que atrai tantos gringos e jovens ao Rio Grande do Norte é uma invejável combinação de fatores. O primeiro é o solar. O estado tem 300 dias de sol por ano, provavelmente muito mais do que um dinamarquês veria durante toda a sua vida nórdica. O segundo é a mistura fantástica de encostas com falésias, baías de águas calmas com piscinas naturais e praias com ótimas ondas para surfe.
A diversão começa na capital, Natal, que fica ali onde o mapa do Brasil faz a curva para oeste. Com dunas, bugues, lagoas e o ar mais puro do continente, a cidade faz jus ao apelido de parque de diversões, a nossa Disneylândia. Ali o turista que se preza aprende a dançar forró, descobre o que quer dizer a palavra esquibunda na Lagoa de Jacumã, visita o Forte dos Reis Magos e vai conferir o maior cajueiro do mundo, em Pirangi. Depois, come camarão, bebe caipifruta e aprende que descer as dunas de Genipabu de bugue pode ser mais excitante que andar de montanha-russa.
Bem perto, rumo ao sul, outros quatro destinos atraem cada vez mais gente: Búzios, Cunhaú, Baía Formosa e Tibau do Sul, onde fica a espetacular Pipa, a principal praia natalense e "dona" da noite mais animada do litoral acima de Recife. Para o outro lado, no litoral norte, duas praias se destacam pela beleza: Galinhos e São Miguel do Gostoso, que todo mundo chama de Gostoso. Precisa dizer mais alguma coisa de um lugar com esse nome?
Atualizado em 10/2009